O sensor MAP e seu efeito sobre a economia de combustível

Pergunta:

– O que é o sensor MAP e como ele afeta a economia de combustível?

Resposta:

– O sensor de pressão absoluta do tubo de admissão (sensor MAP) fornece informação ao computador (ECU) sobre a carga do motor. Em outras palavras, ele informa com quanta força o condutor está pressionando o pedal de aceleração. Um motor trabalha mais forte (mais carga) ao subir uma ladeira do que ao desce-la.

O controlador ProTuner faz com que o veículo pense que sempre está descendo uma ladeira, o que requer muito menos combustível. Ele também equilibra todos os sinais do sistema de combustível, mantendo um rendimento pleno do motor e previnindo que a luz de serviço se acenda.

O rendimento do motor se mantém porque o Hidrogênio melhora a eficiência de combustão, por isso menos combustível é demandado para atingir a mesma potência.

Cálculo do máximo de saída de Hidrogênio

Pergunta:

-Como calcular a quantidade de Hidrogênio (HHO) que um gerador pode produzir?

Resposta:

-A geração de Hidrogênio é baseada na eletrólise, que é governada pelas leis da física. Esse processo foi estudado quase 200 anos atrás por Michael Faraday, que posteriormente publicou “As Leis da Eletrólise de Faraday”.

Essas leis estabelecem que uma célula de eletrólise que opera a uma determinada corrente (amperes) produzirá uma quantidade conhecida de Hidrogênio.

As duas considerações principais são o número de placas de eletrodo e a área real de superfície “ativa”. A área ativa é a área da superfície das placas menos a área das juntas.

Por exemplo, se um gerador tem placas de 20 cm e juntas de 13 mm de largura:

A área da placa é 20 cm X 20 cm = 400 cm2
A área ativa é de 17,4 cmX 17,4 cm = 303 cm2

O número de 303 cm2 deve ser utilizado para os cálculos.

Michael Faraday também demonstrou que as células de eletrólise podem suportar até 0,084 amperes por centímetro quadrado sem sobreaquecimento.
Esse é o padrão utilizado para desenvolver um gerador de Hidrogênio.
Portanto, o gerador de 303 cm2 pode suportar até 25,4 amperes de corrente.

O número de placas também é muito importante. Se houver muito poucas, o gerador apresentará uma baixa produção de Hidrogênio e superaquecerá. Se houver uma quantidade muito grande, o gerador pode simplesmente não funcionar.

Para veículos de 12 volt, o número ideal de placas é sete, o que cria seis células de eletrólise dentro do gerador.

Como simplificação matemática das leis de Faraday, um gerador de 7 placas produzirá 64 ml/minuto de Hidrogênio para cada 1 ampere.

Portanto, o gerador em nosso exemplo terá uma saída máxima de 1.6 LPM (64 ml x 25.4 amps)

Água e corrosão do motor

Pergunta:

-A água causará corrosão do motor?

Resposta:

-O motor naturalmente processa milhões de litros de ar que contém grande quantidade de água sem nenhum tipo de problemas.
O HHO contribui apenas com uma quantidade insignificante de umidade, a qual não causará corrosão do motor.

Experiências da NASA com Hidrogênio em motores de combustão interna

Diretamente de um artigo de 1977 da *NASA:

http://ntrs.nasa.gov/archive/nasa/casi.ntrs.nasa.gov/19770016170.pdf

“A combustão com mistura fraca em motores de combustão interna tem o potencial de produzir menos emissões e alta eficiência térmica, por várias razões.

Em primeiro lugar, o excesso de oxigênio oxida mais os hidrocarbonetos não queimados e o monóxido de carbono.

Em segundo lugar, o excesso de oxigênio reduz as temperaturas de pico de combustão, o que inibe a formação de óxidos de nitrogênio.

Em terceiro, as temperaturas reduzidas aumentam a relação do calor específico ao reduzir as perdas de dissociação.

Em quarto lugar, enquanto a proporção de calor específico aumenta, a eficiência térmica do ciclo também aumenta, o que oferece um potencial para melhor economia de combustível.”

Resumindo:
Motores que utilizam Hidrogênio são mais eficientes porque uma maior quantidade de energia do combustível é aproveitada como energia mecânica, e uma menor quantidade é desperdiçada na forma de calor.
Isto se evidencia para o usuário como uma economia de combustível maior, temperaturas de combustão mais baixas e uma temperatura de exaustão de aproximadamente 100 ° C a menos.

A combustão auxiliada pelo Hidrogênio acontece de maneira mais rápida e completa. A mesma quantidade de combustível queima de maneira mais completa, trazendo mais potência. Essa potência se traduz em energia MECÂNICA, AO INVÉS DE CALOR.

Ademais, a força gerada atua no momento certo; no início do ciclo de combustão do motor. NÃO mais tarde, quando o pistão já está na metade do caminho ou PIOR ainda, durante o retorno no ciclo de EXAUSTÃO.
Combustão residual na carreira de exaustão impede a rotação do motor (reduzindo a economia), aumenta a temperatura de exaustão e encurta a vida das válvulas de escape.

*NASA – Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço

Hidrogênio em motores híbridos

Pergunta:

-O Hidrogênio funciona em carros híbridos?

Resposta:

-Os carros híbridos podem aproveitar a mesma economia de combustível que motores simples a gasolina ou diesel. Em veículos híbridos, o motor de combustão interna funciona quase o tempo todo. Por isso, a economia é até maior.

O motor elétrico é utilizado apenas em momentos de condução ineficiente do veículo, e também para reaproveitar a energia que seria desperdiçada quando se freia.

Nosso sistema liga e desliga automaticamente quando necessário. Durante os períodos infrequentes (geralmente, menos de um minuto) em que o veículo opera 100% em energia elétrica, o hidrogênio ficará desligado e a economia não aumentará.

Temperatura operacional dos geradores de Hidrogênio

Pergunta:

-Eu estou muito interessado em seus produtos, mas antes de comprar um de seus sistemas, gostaria de saber em que temperatura suas células de Hidrogênio funcionam?

Resposta:

– Isso é INTEIRAMENTE determinado pela sua instalação: quantidade de KOH, comprimento do cabo, ajuste do PWM e a amperagem e também circulação do ar.

Nossos geradores possuem um desenho de 7 placas (ideal), sem fugas de corrente elétrica, são extremamente eficientes e funcionam com temperaturas muito baixas.

Eles só operam a uma temperatura alguns graus acima da temperatura ambiente, quando configurados adequadamente. Além disso, seu design é tolerante ao calor e, por isso, se chegarem a funcionar em temperaturas mais quentes, não haverá danos.

Efeito do Hidrogênio nas emissões

A adição de Hidrogênio a um motor de combustão interna resultará em uma combustão mais completa e mais rápida do combustível existente. Uma combustão mais rápida e completa significa que mais energia será transferida mecanicamente para o motor, ao invés de calor perdido através do escape. Isso tem um impacto positivo, não apenas na potência e na economia, mas também nas emissões (como exemplificado no relatório de teste realizado pela *Eurofins, mostrado abaixo). A velocidade muito maior da propagação da chama de Hidrogênio é responsável por isso, e é frequentemente considerada como uma espécie de“vela de ignição” gigante no motor que queima todo o combustível.

Resumindo, as emissões de veículos são compostas, em sua maioria, de 5 gases (o número 6 é aplicável apenas a motores a diesel):

1. HC
2. NOx
3. O2
4. CO
5. CO2
6. Material particulado (PM)

1. HC – Os hidrocarbonetos são essencialmente partículas de combustível que não foram queimadas e passam por todo o motor, pelo escapamento e eliminadas na atmosfera. Esse gás é o que causa a “smog” nas nossas cidades. Os hidrocarbonetos se reduzem em 30 a 40% geralmente.

2. NOx – O monóxido de hidrogênio e óxidos adicionais são responsáveis pela “chuva ácida” que aparece em áreas como Los Angeles. As emissões de NOx estão fortemente relacionadas à temperatura de combustão. À medida que a temperatura de combustão exceed 1527 ºC (2870ºF), óxidos de nitrogênio são formados, e qualquer aumento de temperatura resultará em aumentos consideráveis nas emissões. Quando o Hidrogênio é adicionado ao motor, a consequente diminuição na temperatura de combustão ajuda a diminuir esse gás particularmente entorpecente. Reduções de 20 a 25% são comuns em motores a diesel. Já nos motores a gasolina, o mais comum são reduções de 50%. Resultados mais significativos, de até 95%, foram reportados em aplicações de mistura pobre, como motores a gasolina altamente “tunados” ou motores movidos a gás natural que buscam grandes aumentos na economia de combustível.

3. O2 – O oxigênio NÃO É POLUENTE, além de ser necessário para nossa existência. Perceba o aumento significante de oxigênio limpo, conforme medido por detectores de 5 gases.

4. CO – Omonóxido de carbono. Esse gás claro e inodoro, mas ainda assim mortal, tem uma redução de 25 a 50%.

5. CO2 – Odióxido de carbono, responsável pelo efeito estufa em nosso planeta, tem tipicamente uma redução de 40 a 60%

6. PM – Material Particulado são as “partículas sólidas e pequenas gotas de líquido” no escapamento dos motores a diesel, conhecidas como “fuligem”. Considerando que o Hidrogênio é diretamente responsável por uma combustão mais completa, a redução na emissão dessas partículas é reduzida drasticamente. Em geral, verificam-se reduções de 70 a 80%, com relatos frequentes de 90% ou mais.

*Eurofins é um grupo internacional de laboratórios, com sede em Luxemburgo, que oferece testes e serviços de suporte para indústrias de produtos farmacêuticos, alimentícios, ambientais e de consumo, assim como para entidades governamentais.

Motores movidos a hidrogénio

Pergunta:

– Ok, seus sistemas de suplemento de hidrogênio são muito intrigantes. Mas por que se contentar com uma economia de combustível ao invés de rodar o motor apenas com Hidrogênio, sem utilização de gasolina? Isso é possível?

Resposta:

– Gerar a quantidade necessária de Hidrogênio para utilizar como o combustível principal do veículo requer uma quantia enorme de corrente elétrica (muito mais do que o sistema de recarga poderia prover). Mesmo se isso fosse possível, a energia seria perdida a cada estágio da conversão, já que nenhuma conversão de energia pode ser 100% eficiente.

Essas perdas acontecem durante o processo de combustão que gera energia mecânica, depois o alternador que converte energia mecânica em energia elétrica e, finalmente, o sistema de Hidrogênio que converte eletricidade em energia química.

Esse sistema hipotético violaria a primeira lei da termodinâmica porque não seria apenas uma máquina de movimentação perpétua, mas também precisaria criar energia suficiente para alimentar o veículo enquanto ele roda.

Modulador por Largura de Pulso de Corrente Constante – CCPWM

Pergunta:

– A maioria dos CCPWMs necessita de ventiladores para resfriamento. Por que o CCPWM da Green Source não tem um ventilador? O CCPWM se aquece quando está em funcionamento?

Resposta:

– A maioria dos PWM utiliza componentes de baixa qualidade para controlar a corrente, e se aquecem. Por isso, você obtém um design pobre, custo adicional de todo o dissipador de calor, custo de montagem, ventilador de computador de qualidade muito baixa, que não foi designado para vibração e uso automotivo, etc.
Nós utilizamos um transistor FET próprio, eficiente, que funciona a 5ºC acima da temperatura ambiente. Nenhuma movimentação das peças, melhor performance, custo reduzido e maior segurança.

EFIEs da Green Source

Pergunta:

– Por que os EFIEs da Green Source são diferentes de outros controladores EFIE no mercado?

Resposta:

– Todos outros EFIEs são de tecnologia antiga e assumem uma forma de onda de entrada lenta dos sensores de oxigênio. Eles produzem resultados satisfatórios quando recebem o sinal previsto que está nos carros de modelos até o ano 2000.

Carros com modelos mais novos do que o ano 2000 são equipados com sensores muito mais rápidos e fazem esses potenciadores EFIEs digitais “velhos” ineficientes.

Se o seu veículo tiver menos de 16 anos, você precisa de um potenciador EFIE da Green Source para conseguir economizar combustível.

Os sensores de Oxigênio são o coração do sistema de combustível e, quando você não pode controla-los, você não obterá ganhos.

Gerador de hidrogênio puro

Pergunta:

-É uma boa ideia separar oxigênio e hidrogênio para evitar problemas com os sensores de Oxigênio (sondas Lambda)?

Resposta:

-É um erro comum achar que o oxigênio no HHO está causando problemas nas sondas Lambda. Na verdade, essa pequena quantidade de oxigênio não faz nenhuma diferença. É a mudança na combustão causada pelo hidrogénio que os sensores de oxigénio reagem.

Acúmulo de gás em geradores de hidrogênio para carros

Pergunta:

– Se o meu carro está ligado mas não está andando, o combustível irá se acumular nele?

Resposta:

– Se a fiação for instalada corretamente, NÃO. Não existirá nenhum acúmulo de hidrogênio.
Idealmente, você deve conectar a um local que só esteja ligado quando o motor estiver em funcionamento. Frequentemente, esse local existe na caixa de fusíveis, ou talvez sua mangueira de combustível esteja ligada dessa forma. Conecte a esse fio.